CRIVELLA, GOVERNO QUE NÃO CUIDA DO POVO E NEM DA CIDADE

Eleito em 2016 com a promessa de “cuidar das pessoas”, o governo do Prefeito Marcelo Crivella não tem conseguido corresponder às esperanças dos seus eleitores nesses 18 meses à frente da Prefeitura do Rio de Janeiro. A sua administração, marcada pela ausência e instabilidade frente às mais importantes demandas da sociedade, tem transformado a Cidade do Rio de Janeiro num cenário de caos urbano. Agravado pela crise produzida pelo governo golpista de Temer, esse caos atinge duramente a sofrida população que depende dos serviços públicos.

A crise nos serviços públicos municipais tem se intensificado e se apresenta na forma de tragédia. Reflexo do desemprego e pauperização, a população em situação de rua cresce a olhos vistos e sem que a prefeitura tome iniciativas para criar redes de apoio e proteção. As ruas da cidade não tem manutenção e dezenas de obras paradas vão se deteriorando, como o BRT Transbrasil cujos entulhos espalhados tem ceifado vidas de cariocas. A precarização na contratação de profissionais da saúde através de O.S. e o desabastecimento nas unidades hospitalares tem colocado em risco o atendimento da população, um quadro grave que coloca em risco a vida dos moradores do Rio de Janeiro.

Na mesma situação de governos anteriores, Crivella se rendeu à máfia dos transportes públicos e não apresentou uma solução para oferecer ao povo carioca um transporte de qualidade e economicamente acessível. Muito pelo contrário, privilegiou as empresas de ônibus e aumentou o valor das passagens. Na educação assistimos estarrecidos uma queda de braço por verbas entre seu demissionário Secretário de Educação e seu chefe da Casa Civil, com consequências desastrosas nas escolas e creches do município.

Os servidores municipais encontram no Governo Crivella a desesperança de dias melhores e a desvalorização do seu trabalho. Segue a ortodoxia em relação às finanças, onde as decisões são pautadas pelas diretrizes fiscalistas e a corda arrebenta do lado mais fraco. Assim como faz o Governo Federal golpista, colocado no Palácio do Planalto com a ajuda de Crivella, que traiu Dilma Roussef, a Prefeitura corta verbas na saúde e educação, arrocha salários e aumenta as alíquotas previdenciárias dos servidores. As iniciativas em defesa de uma economia geradora de empregos são nulas, inexistem.

Por fim, diante dos últimos acontecimentos divulgados na imprensa, onde o prefeito faz indicações de acesso privilegiado a serviços públicos em reunião privada, a Câmara dos Vereadores tem a obrigação de investigar todos os fatos e, diferentemente do que a maioria do Congresso Nacional fez com Dilma, dar amplo direito de defesa ao prefeito, apurar as responsabilidades e, se comprovadas, tomar as iniciativas previstas na Lei Orgânica do Município. Nesse aspecto é preciso sempre lembrar que Crivella participou da farsa do impeachment que afastou a presidenta sem crime de responsabilidade e virou as costas para Lula, preso político condenado sem provas. Que Crivella seja submetido ao devido processo legal.

Rio de Janeiro, 10 de julho de 2018.

Comissão Política Municipal do PCdoB do Rio de Janeiro

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